LGBT: Dois gays condenados à morte por apedrejamento – Só este mês, 47 pessoas foram executadas


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Só este mês, 47 pessoas foram executadas

BERLIM. Mesmo que Sakineh Mohammadi Ashtiani seja poupada da pena de morte, a Justiça do Irã continua sendo implacável na punição dos crimes contra a lei islâmica. Os jovens Ayub, de 20 anos, e Mosleh, de 21, que vivem na cidade de Piranshahr, na parte curda do Irã, foram acusados de homossexualismo e condenados à morte por apedrejamento. A execução da sentença está marcada para a próxima sexta-feira, dia 21.

O Comitê contra o Apedrejamento iniciou no último domingo uma campanha para salvar a vida dos dois jovens, que filmaram com os seus celulares cenas homossexuais, nas quais aparecia uma foto do presidente Mahmoud Ahmadinejad e do líder religioso Ali Khamenei.

Segundo Mina Ahadi, diretora do comitê, a reação do regime à campanha pela libertação de Sakineh mostra que a pressão tem efeito. Por outro lado, os representantes da linha-dura do regime querem mostrar ao mundo que não vão atenuar a Sharia, a lei islâmica, por influência do Ocidente. A estratégia do governo estaria resultando numa “farra de execuções”, como denuncia a organização Campanha Internacional pelos Direitos Humanos no Irã ( ICHR).

Desde o início do ano, o governo iraniano já executou 47 pessoas, numa média de um condenado enforcado a cada oito horas. Segundo a ICHR, o Irã executa mais pessoas per capita do que qualquer outro país, e perde em números absolutos apenas para a China: no ano passado, Teerã ordenou a morte de ao menos 179, e de outras 388 em 2009. O grupo, baseado em Nova York, disse que os números podem ser ainda maiores, já que nem todas as execuções são públicas.

Há milhares de pessoas condenadas à morte no país, inclusive uma adolescente de 16 anos, considerada culpada por homicídio, segundo revela a agência de direitos humanos HRANA. Hadi Ghaemi, diretor-executivo do ICHRI, denuncia ainda a forma como os processos são julgados no país.

– Há muitas questões sobre os procedimentos legais, as acusações contra as pessoas executadas, e até mesmo a identidade dessas pessoas. Há preocupações muito sérias sobre abusos no Judiciário cometidos por forças de segurança e inteligência, de forma a implantarem suas agendas por meio de execuções em larga escala.

A organização acredita ainda que o Irã deflagrou campanha contra membros da minoria curda. Segundo a ICHRI, ao menos 14 ativistas curdos estão no corredor da morte. (G.M.R)

Com agências internacionais

O GLOBO | O MUNDO

Nota do editor de Soropositivo.Org

A mim só resta perguntar:

Até quando este tipo de perseguição, baseada sempre numa moral ambígua e duvidosa, vai continuar.

os padres e freis da idade média trocam uma coxa de frango por uma sessão de sexo oral e eu não vejo porque os mentores deste descalabro seriam diferentes…

Os islãmicos honestos jamais atirariam um só calhau em outro ser humano porque, partindo para os paradigmas deles, nenhum deles está livre de pecados…

São cães. Cães imundos, que sujam o bom nome do Islã, como antes sujaram, outros cães, o bom nome do Cristianismo, que perpetram estas atrocidades em nome da mORAl.

Moral vazia e sem propósito algum, que não seja o óbvio, que é o de atender aos prórprios caprichos, em desmandos que o Senhor das Esferas um dia cobrará, eu eu me alivio nisso, com Juros de Mora…

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